terça-feira, 27 de setembro de 2011

APRENDER A APRENDER

RESUMO:

O vídeo  evidencia a profissão do professor, que deve ermitir que o aluno construa seu saber,apresenta a dimensão que há entre o prazer de ensinar e o desejo de aprender. Quando essas duas dimensões estão no mesmo nível são indissociáveis, são complementares ao objetivo final. Nossos alunos do PROEJA devem vivenciar essas experiências,pois assim poderão construir com sabedoria e aplicabilidade os direcionamentos do ensino para o mercado de trabalho.



Postagem feita por: Maria Albertina Freire Quaresma em 27/09/2011 às 10h39

Relato de estudo de caso em disciplina científica


Os conteúdos a serem aplicados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) devem ser repensados com o intuito de integrar-se adequadamente ao currículo a partir do princípio que a construção dos saberes devam ser baseadas na história de vida dos educandos. Para articular esses saberes, o conhecimento, meio ambiente, etc., a vivência dos educandos deve ser refletida nas práticas do dia a dia para uma realidade global onde a interdisciplinaridade dar-se-á de forma mais globalizada.

 A interdisciplinaridade se traduz por um trabalho coletivo e solidário, isto é, rompendo com a estrutura disciplinar do conhecimento, o que no Programa Nacional de Integração de Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) é uma estratégia na concepção de que esses sujeitos possam ser integrados à sociedade e ao mundo do trabalho.

Com isso, temos que o PROEJA possa existir como uma intenção de encarar as descontinuidades na modalidade à EJA no Brasil, no âmbito do ensino médio e, além disso, de agregar a educação básica uma formação profissional que colabora para a integração socioeconômica de qualidade. (Moura, 2006)


KRUGER, J. G.; LEITE,  S. Q. M.; . O ensino de química no curso técnico integrado PROEJA em metalurgia e materiais (IFES campus Vitória): análise das percepções discentes, Ciências & Cognição, v. 15 n.1, p. 171-186, 2010.

Fonte: http://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/297



Postagem feita por: Maria da Penha em 27/09/2011 às 8h42

domingo, 25 de setembro de 2011

CENÁRIOS DO PROEJA

 

Postagem feita por: Márcia Fortuna em 25/09/2011 às 22h34

Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Debate

Está acontecendo o Debate Nacional sobre a atualização das Diretrizes Nacionais da Educação Profissional Técnica de Nível Técnico, que visa discutir também o PROEJA. Acompanhe:
  • Leia aqui Carta ao Presidente da CEB/CNE-01/06/2011
  • Leia aqui Documento GT SETEC/2010- Educação Profissional Técnica de nível médio em debate
  • Memória do Debate Nacional
Versão para Impressão
    Fonte: http://forumeja.org.br/node/1951
    Postagem feita por: Márcia Fortuna em 25/09/2011 às 21h24 

    quinta-feira, 22 de setembro de 2011

    EJA e ensino profissional

    FOTO DE DIVULGAÇÃO

    A Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade de ensino cujo objetivo é permitir que pessoas adultas, que não tiveram a oportunidade de frequentar a escola na idade convencional, possam retomar seus estudos e recuperar o tempo perdido.

    Oferecer a modalidade EJA nos dias de hoje requer um novo pensar acerca das políticas educacionais e das propostas de (re) inclusão desses educandos nas redes de educação pública do nosso país. O que se tem pensado até o momento é que o trabalho pedagógico desenvolvido neste seguimento de ensino deva ser de cunho eminentemente alfabetizatório. No entanto, alfabetizar é somente a primeira parte do processo. O que não se pode é pensar que só alfabetização poderá garantir desenvolvimento social deste educando.
    Para uma pessoa adulta que retoma seus estudos, o desejo maior é o de se preparar para o trabalho, de ter autonomia e de se dar bem profissionalmente. A abordagem metodológica neste sentido não deve ser desenvolvida com os mesmos parâmetros utilizados para se trabalhar com crianças. Um aluno com idade de 30 anos, por exemplo, retomando os anos escolares correspondente ao 4º ano do ensino fundamental não se interessará por uma atividade caracterizadamente infantil. Daí a necessidade de abordar conteúdos equivalentes, mas com uma linguagem adulta e que vá ao encontro daquilo que esse público deseja.

    A educação é o maior e melhor instrumento gestor de mudança, através dela o homem consegue compreender melhor a si mesmo e ao mundo em que vive, dessa forma, a própria educação deve ser a primeira a aceitar e a acompanhar o desenvolvimento e suas especificidades, ou seja, renovar e promover a interação com o novo.

    O Brasil já deu um grande passo nas questões que se referem a alfabetização de jovens e adultos, embora continuamos dentro da escola dos países com maior taxa de analfabetos. E o problema, como já mencionado, é que o adulto que procura a escola não quer apenas aprender a ler e a escrever, ele quer e necessita é de atualização com o contexto social em que vive e faz parte.

    A defasagem escolar é grande, segundo a Lei 9.394/96 art. 37 “a educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com a educação profissional, na forma do regulamento”, dessa forma, e se realmente acontecesse o que está previsto em lei, teríamos muito mais jovens dentro das escolas. Em consequência do desemprego, a busca pelo ensino profissional e técnico aumentou significativamente. O jovem quer trabalhar, mas falta qualificação e oportunidades, principalmente a de concluir a educação básica e ter parcial domínio das novas tecnologias.

    Exemplo dessa realidade pode ser vista nos cursos da modalidade PROEJA, do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFGOIAS) da cidade de Goiânia, que no dia 27/04/2009 lançou 90 vagas para cursos desta modalidade. A procura é grande, a oferta é pequena, sem falar nos recursos utilizados para levar essa informação à população. A proposta é muito boa, mas falta mais dedicação, a maioria da população não fica nem sabendo da oportunidade, e os que ficam se deparam com a forte concorrência.
    Em suma, o importante e que (re) pensemos nosso conceito de educação para jovens e adultos; fome de ler e vontade de aprender eles têm, só que de uma maneira mais ampla, característica de quem já tem experiência de vida, que necessita bem mais que a própria escrita e leitura convencional, necessita acima de tudo ler as entrelinhas impostas pela problemática de ser e estar plenamente exercendo a cidadania.

    Por Giuliano Freitas
    Graduado em Pedagogia
    Equipe Brasil Escola



    Postagem feita por: Magna Mendes de Oliveira - em 22/09/2011 às 21h44

    Proeja oferece educação básica e cursos técnicos a jovens e adultos

    Programa prepara alunos afastados da escola para o mercado de trabalho.

    Simone Valdete, Diretora de Políticas da Educação Profissional Técnica.

    Nunca é tarde para se aprender. Nesta edição do Globo Educação, você conheceu histórias de pessoas que voltaram à escola depois de muito tempo sem estudar, buscando uma qualificação. Os projetos de Educação de Jovens e Adultos vêm para suprir esta necessidade de formação para os que estão longe dos bancos escolares.

    Para os que querem se formar no Ensino Médio e ainda ter a oportunidade de frequentar um curso técnico, o Governo Federal criou o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos, o Proeja, instituído através do decreto nº 5478, de 24 de junho de 2005.

    Ele foi criado com o objetivo de integrar a educação profissional à educação básica e, assim, unir em uma só educação a produção manual e a produção intelectual. “O governo tem uma dívida com 60 milhões de brasileiros que não têm nem o Ensino Fundamental. O Proeja veio para isso, elevar o nível e a graduação no Brasil”, explica Simone Valdete, diretora de Políticas da Educação Profissional Técnica.

    A diferença entre o Proeja e um curso técnico comum está apenas no público-alvo. “Para um aluno de um Cefet, por exemplo, o curso serve como um plano B. Para um estudante do Proeja, a qualificação vem como uma aposta alta de uma vida em situação de emergência”, revela Valdete. Os alunos de um Proeja fazem a mesma carga horária de aulas de um aluno de curso técnico, conforme decreta o Ministério da Educação.

    Qualquer pessoa interessada em fazer um curso técnico ou profissionalizante aliado ao ensino fundamental ou médio pode procurar um Instituto Federal na cidade em que reside. “Todos os estados têm escolas com Proeja”, conta Valdete. Atualmente, são 52.943 pessoas matriculadas nos cursos, de âmbito federal, oferecidos em 402 polos espalhados pelo Brasil. Neste total não estão computados os alunos advindos de escolas de Proeja em parceria com municípios e estados. A seleção de alunos tenta ser a mais justa possível, uma vez que a maioria dos que buscam um curso desse tipo são pessoas que pararam de estudar, com pouca escolaridade. 

    “O processo seletivo costuma ser sorteio. Em alguns casos, só entrevista”, afirma a diretora de Políticas da Educação Técnica. Por isto, alguns se aproveitam da oportunidade: uma pessoa que já se formou no Ensino Médio omite esta informação e ingressa no curso apenas para ter um diploma técnico. Simone Valdete diz que não há como fiscalizar, mas que há políticas para evitar estes casos: “Sempre procuramos fazer palestras que expliquem melhor os cursos para evitar este problema.”Diretora geral do campus Florianópolis Continental do Instituto Federal de Santa Catarina, Daniela de Carvalho Carrilas explica que as aulas das disciplinas do Ensino Médio são elaboradas em parceria com professores do estado. O objetivo é aproximar as matérias básicas do que eles vão trabalhar. “Em aulas do curso profissionalizante de auxiliar de cozinha, por exemplo, o aluno aprende química mais voltada para a gastronomia”, esclarece.

    Fonte: http://redeglobo.globo.com/globoeducacao 23/07/2011 06h17 - Atualizado em 23/07/2011 06h17

    Postagem feita por: Maria Albertina - dia 21/09/2011 às 23h23

    terça-feira, 20 de setembro de 2011

    RELATO DE UMA VIVÊNCIA

    A EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO PROEJA NO CEFET/RN

    "Como resultado desse estudo, fazemos algumas observações que, no nosso entendimento, contribuirão para o aprofundamento da proposta curricular do curso e, conseqüentemente, para a continuidade de sua oferta.

    Podemos constatar que a experiência ora relatada, o curso de Pós-Graduação Lato Sensu PROEJA – 2006, do CEFET-RN, foi significativa para todos os sujeitos nela envolvidos, mas que, como toda prática eminentemente humana, necessita ser repensada, replanejada, hajam vista os apontamentos feitos pelos participantes dessa pesquisa sobre alguns aspectos avaliados, como: estrutura física, carga-horária, metodologia, procedimentos de avaliação adotados e outros.

    Cabe, também, afirmar a importância e necessidade de estimular a interação entre os docentes que atuaram nessa especialização, principalmente, aqueles que assumiram, em conjunto, o mesmo eixo curricular, antes e durante a execução das disciplinas ampliando, inclusive, o tempo a elas disponibilizado. Com isso, gera-se a possibilidade de criação de um calendário de atividades que favoreça o exercício da leitura, já que o público-alvo desse curso se constitui de educadores, constantemente em exercício, sem dispensa, total ou parcial, de suas atividades cotidianas." (Trecho retirado do livro: Formação de Educadores para o PROEJA: intervir para integrar. (1.: Natal: 2007: Rio Grande do Norte. RN) / Amélia Cristina Reis e Silva / Maria das Graças Baracho.)

    Fonte: http://www.slideshare.net/sserafim/livro-proeja-cefet-rn-2008 - Acesso em: 20/09/2011 às 23h41

    Postagem feita por: Márcia Fortuna em 20/09/2011 às 23h41

    O MÉTODO PAULO FREIRE

    Indispensáveis a todo professor, senão a todo cidadão brasileiro, o conhecimento da história e da proposta pedagógica do educador pernambucano Paulo Reglus Neves Freire é imprescindível para o entendimento da história da Educação no Brasil. Especialmente àqueles que se dedicam á educação de jovens e adultos.
    Freire mudou a concepção da educação e continua influenciando pedagogos até os dias de hoje – sobretudo no Brasil e na África. Ele nasceu em Recife, em 19 de setembro de 1921 e morreu em 2 de maio de 1997, em São Paulo. Era de classe média, mas na infância, durante a depressão de 1929, conviveu com a pobreza e a fome. Sua obra literária – escreveu individualmente 27 livros – e suas idéias são fortemente influenciadas pela preocupação com os mais pobres, o que o levou a criar seu método de alfabetização considerado revolucionário.
    Em 1963, no Rio Grande do Norte, Paulo Freire ensinou 300 adultos a ler e a escrever em apenas 45 dias. Seu método de alfabetização foi adotado inicialmente no estado de Pernambuco a partir dessa experiência e consiste na síntese de algumas correntes do pensamento filosófico do seu tempo. Ele combinou princípios do existencialismo cristão, da dialética hegeliana, da fenomenologia, do materialismo histórico e também do nacionalismo desenvolvimentista do governo de João Goulart. Aliada ao seu talento de escritor, essa concepção conquistou a adesão de pedagogos, teólogos, cientistas sociais e militantes identificados com as mudanças sociais.
    Ele foi perseguido pela ditadura militar por causa de suas idéias revolucionárias acerca da educação e da sociedade. Foi preso no Brasil por 70 dias e depois se exilou na Bolívia e no Chile. Em 1967 publicou no Brasil o livro Educação como prática da liberdade, que escreveu no exílio, logo depois de Pedagogia do oprimido.
    Identificado como Pedagogia da libertação, seu pensamento identifica-se com uma visão marxista do terceiro mundo e da necessidade de conscientizar e mobilizar as classes sociais oprimidas. Um dos aspectos que mais evidencia o caráter marxista do pensamento Paulo Freire é a convicção de que não existe educação neutra: “todo ato de educação é um ato político”, afirmava.
    A proposta de Paulo Freire para alfabetização de adultos tem uma nova compreensão da questão educacional brasileira. Ele interpreta o analfabetismo como produto de estruturas sociais desiguais e, por isso, é um efeito e não a causa da pobreza.
    Freire propôs que seus processos educativos sejam transformadores da realidade e via a alfabetização como uma ferramenta para o exame crítico e a superação dos problemas vivenciados pelas pessoas e comunidades. Sua pedagogia foi concebida a partir dos princípios de liberdade, compreensão da realidade e participação de modo a que as pessoas pudessem compreender aas estruturas sociais e as formas de dominação às quais estavam submetidas.
    O método previa uma etapa preparatória na qual o educador tinha que conhecer profundamente a realidade e linguagem dos alunos com os quais iria trabalhar. Depois eram destacadas as palavras do vocabulário que fizesse mais sentido para esse grupo e que reunisse variações de padrões silábicos. Essas “palavras geradoras” constituíam a base do estudo da escrita e leitura e também realidade.

    REFERÊNCIA:

    RIBEIRO, V.M.M. (Org.) Letramento no Brasil. São Paulo: Global, Ação Educativa; Instituto Paulo Montenegro, 2003.

    Postagem feita por: Magna Mendes de Oliveira - dia 20/09/2011 às 22h06

    domingo, 18 de setembro de 2011

    Qual instituição de EAD é idônea e de qualidade?

    Notícia publicada na edição de 18/09/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 004 do caderno E.

    1º - Deve estar formalmente autorizada pelo MEC no caso de cursos superiores;

    2º - Consultar no sistema de busca do MEC dos pontos de atendimento aos estudantes (polos) que sejam regulares: www.siead.mec.gov.br;
    3º - Verificar junto ao MEC e órgãos públicos se há denúncias graves ou irregularidades da instituição desejada;
    4º - Consultar estudantes da instituição para averiguar se há algum problema na oferta dos cursos.

    Fonte: http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=329915 - Acesso em: 18/09/2011 - 23h25

    Educação a distância avança, mas é preciso cuidado na escolha

    Notícia publicada na edição de 18/09/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 004 do caderno E.

    Leia a notícia completa no link: http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=329916